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sexta-feira, 10 de março de 2017

Talvez você queira um intermediário

Eu bem me lembro de pessoas dizendo que comprar smartphone era um absurdo e nem faz tanto tempo assim. Lá pra 2011, uma pessoa que comprasse um smartphone e pagasse R$1.500,00 normalmente seria julgada, pois seria gasto demais para algo desnecessário. Esse pensamento mudou radicalmente, hoje todos veem no smartphone um item cotidiano e indispensável.

Mediante isso, a escalada de preço de tops de linha foi dramática aqui no Brasil. De caros aparelhos que custavam R$1.500,00, vimos o mercado ser segmentado entre aparelhos de entrada, médios e tops de linha e os preços dos tops de linha dispararem para preços ridículos, como o Xperia Z5 Premium e seus modestos R$5.000,00. Certo, o Brasil é um país complicado, mas por sorte o mercado vai se reinventando e empresas conseguem enxergar lacunas que elas possam preencher no mercado e houve uma evolução disso nos últimos anos, também.

Vamos fazer uma breve recapitulação. Quando já tínhamos aparelhos bem caros, custando mais de R$2.000,00, a Motorola, à época controlada pelo Google, lançou o Moto G, por apenas R$650,00 você levava pra casa um aparelho funcional, que atendia bastantes necessidades e que não te faria passar raiva com travamentos, algo ligeiramente comum naquele momento da evolução dos smartphones. A investida foi muito bem sucedida e abriu o precedente para que mais empresas entrassem nesse embalo, a Motorola lançou a segunda geração do Moto G e trouxe consigo a Asus e seu Zenfone 5, que vinha como uma alternativa pelo mesmo preço. Havia sido aberta aqui a corrida para se desenvolver intermediários.

Houveram batidas de cabeça desde então? Sim, houveram, mas hoje estamos próximos de atingir a plenitude, com as fabricantes investindo em um novo segmento, chamado de "Intermediários Premium" e na minha modesta opinião, o smartphone da família brasileira.

Tudo isso está sendo possível por conta de um maior engajamento das fabricantes de processadores, que vem criando kits de CPU e GPU muito competentes, de baixo consumo enérgico e com arquiteturas mais simples, ou seja, a atenção não está apenas voltada para o topo, ainda que essa corrida esteja bastante acirrada. Tomando o propulsor disso como exemplo, hoje o Moto G é um intermediário e conta com sua versão Plus, com extras muito interessantes, porém há uma categoria um pouco acima e que assim pode ser considerada por conta de um detalhe importante: O conjunto não é necessariamente intermediário.

Vamos falar dos dias de hoje e explanar um pouco sobre as opções de "intermediários premium" que temos vendidos aqui:


Asus Zenfone 3

Existem variantes desse aparelho, porém vou chamar a atenção para as versões principais, vendidas aqui e no exterior, que tem 5,5 polegadas de tela, ainda que tenham diferenças entre si. Há dois modelos principais, um com 64 GB de armazenamento e 4GB de memória ram e outro com 32 GB de armazenamento e 3 GB de memória ram. Fato é que qualquer uma das variantes que você comprar, vai te deixar feliz. O que o diferencia de um Moto G, pro exemplo? O resto dos componentes. O Zenfone 3 sempre terá um bonito corpo de vidro com aro de metal, câmera muito boa com estabilização ótica de imagem e vem equipado com um chipset que merece aplausos e já explicarei o porquê, o Snapdragon 625. Junte isso às características peculiares descritas anteriormente e tenha um excelente equipamento nas mãos.

Moto Z Play

Esse aparelho é extremamente interessante. Deixando de lado o preço oficial ligeiramente exagerado em seu lançamento, as primeiras análises que mostravam as diferenças entre a versão Play e a versão regular, dividiram opiniões. Se cabe a minha pessoal aqui, você será muito mais feliz com a versão Play do que a versão regular vendida aqui no Brasil. Além de preço mais acessível, no varejo agora ele pode ser encontrado por volta de R$1.500,00, características não são perdidas em relação ao Moto Z. Sei que o Moto Z possui um processador mais parrudo e mais memória Ram, porém a grande maior parte da população não tem uso que atualmente justifique a diferença de hardware. Tirando alguns segundos de vantagem na abertura de jogos e eventuais renderizações e edições de vídeo, o uso cotidiano em ambos é praticamente idêntico e ambos contam com o acesso aos módulos, que talvez tenham sido a grande inovação dos últimos anos no ramo dos smartphones. Além da diferença de preço, não deva haver celular no Brasil com melhor bateria do que o Moto Z Play, mesmo que você faça uso intenso ele deve aguentar um dia todo. O motor que move essa belezinha é um Snapdragon 625, 3 GB de Ram, armazenamento interno de 32 GB, expansíveis via Micro SD.

Galaxy A5 2017

A linha A foi criada pela Samsung com a proposta de declaradamente criar uma linha de intermediários com design mais sofisticado. Acompanhando as tendências de mercado, essa ideia sempre foi confirmada, todas as gerações tiveram design muito elogiado, mas deixavam algumas pontas soltas que poderiam ser alvos de críticas. A versão 2017 destoa dessa tendência. Não se iluda achando que ele terá desempenho de top, para isso há a limitação do chipset e da GPU, porém o design é competente, algo que já foi criticado anteriormente. O design talvez seja o melhor da categoria, junte ao fator construção a certificação IP68, que da garantia para que o aparelho possa ser molhado e sofrer eventuais imersões (garantindo até as fotos no dia de piscina). O cérebro desse aparelho não é um Snapdragon, o que garante algumas peculiaridades muito interessantes! O Exynos é normalmente mais eficiente energeticamente do que os Snapdragon, portanto o A5 vai ter uma autonomia parecida com a do Moto Z Play, ainda que tenha 510 Mah a menos no seu tanque. Temos 3 GB de Ram para ajudar no multi tarefa e o conjunto de câmeras com o software Samsung, que garantem experiência levemente acima da média para essa categoria, capturando fotos decentes mesmo em condições de baixa luminosidade e luz artificial.

Todos os aparelhos acima citados possuem características que até pouco tempo atrás eram exclusivas de aparelhos considerados top de linha, como sensor de impressão digitais e telas de alta resolução, todos eles tem display Full HD em painéis Amoled, que por seu alto contraste no sol e por mostrar cores mais vívidas, vêm se mostrando os mais adequados para dispositivos móveis.

Na minha modesta opinião, o Zenfone 3 é hoje o aparelho que está mais atrás, uma vez que a Asus "apenas" oferta um bom custo benefício, enquanto o Moto Z Play possuí acesso a módulos e o Galaxy A5 trás proteção contra água e poeira, além de alguns extras relacionados à software (não necessariamente positivos, mas tem gente que gosta), entretanto pensando apenas em performance, talvez seja o melhor deles, o que nos leva a concluir que são ofertas muito boas, e esses diferenciais devam ser o que vai nortear a compra de quem se interessar.

Ao comprar um aparelho desse, você pode esquecer dependência de tomadas, ou ainda fazer contas no seu orçamento mensal para pagar as parcelas do aparelho, ou ainda juntar dinheiro por menos tempo e ainda assim terá um ótimo equipamento. Talvez, você que no passado comprou aparelhos top de linha, seja o público desses smartphones, não é mesmo?

Preços e data de lançamento no Brasil do Moto G 5 e 5 Plus são divulgados



Um dos mais populares smartphones no Brasil, que agora é lançado em duas versões, está agora com preço e data de lançamento. As versões regular e Plus do Moto G 5.

Conforme pode ser visto aqui, a quinta geração vem com novos atrativos e um design mais sofisticado, além da variante Plus conter um hardware muito bom, que deve entregar performance similar à do Moto Z Play e Galaxy A5 2017, que têm preços oficiais bem maiores.

A versão regular do Moto G 5 custará R$ 999,00, enquanto a versão Plus sairá por R$1.499,00, o que é bem animador, já que grandes lojas do varejo praticam preços menores e consideravelmente menores em algumas promoções. Outra coisa bacana de se observar é que não houve aumento dos preços praticados nos lançamentos da quarta geração, ainda que os materiais empregados no lançamento de agora sejam de maior qualidade.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Moto G5 e Moto G5 Plus - A continuidade de um legado


Apesar da mudança de controle da Motorola e de uma série de especulações, principalmente no ano passado sobre o fim da linha Moto G, a Motorola/Lenovo continua a lançar aparelhos da linha que tem se tornado cada vez mais consolidada em mercados emergentes, como o Brasil.

O lançamento recente nos impede de ter a informação de quanto as versões custarão no Brasil, porém seus preços anunciados em dólar e euro e a política da Motorola para posicionar o Moto G no Brasil nos deixam bem animados.

Nos EUA será vendida apenas a versão Plus, que conta com um display full HD, 1080x1920 de 5,2", processador Snpadragon 625, já presente em muitos aparelhos medianos lançados em 2016, porém em um corpo de metal, uma proporção de corpo pra tela muito mais ajustada, que da a impressão de um aparelho mais bonito e bem acabado. A memória interna também é muito boa, 32 GB, o que exige você pagar bem caro em um iPhone para ter isso, por exemplo, porém no Moto G você ainda pode adicionar um cartão Micro SD para aumentar ainda mais. Outro grande destaque vai pra memória Ram, 3GB que vai garantir um aparelho perfeito para uso cotidiano e decente para tarefas mais pesadas. A bateria tem tamanho muito bom, de 3000 Mah e conta com carregamento rápido. O sensor de impressões digitais foi mantido, garantido maior conforto para desbloquear o aparelho, além de mais segurança. A câmera, apesar de não termos muitas demonstrações práticas até então, pelo menos em número promete e muito, afinal a câmera principal entrega um sensor de 13 megapixels, com abertura f1.7 que grava até em 4k.



A versão regular, o Moto G, conta com display de 5", também full HD, porém as configurações são mais modestas. O processador é um Snpadragon 430, consideravelmente mais fraco que o da versão plus, a quantidade de Ram é de 3 megapixels o que irá garantir bom uso cotidiano para tarefas mais leves. O armazenamento base é 16 megapixels, a câmera tem 13 megapixels, porém com abertura f2.0, ou seja, mais modesta que da versão plus, porém o corpo de metal e o sensor de impressão digital também está presente nessa versão, dando todos os benefícios já comentados.

A expectativa agora é ver conferir o preço das versões no Brasil e apostar que a Lenovo vigia e entende o nosso mercado. São aparelhos muito bons e que se vierem no preço certo irão com certeza se posicionar como as melhores opções nas suas respectivas faixas de preço, talvez ao lado dos Zenfone 3 que têm ampla gama para atender a várias faixas de renda também. Assim que o preço for anunciado para o Brasil, comentaremos aqui, então fiquem de olho.

LG G6 a bola dentro da LG


E foi na Mobile World Congress que a LG demonstrou seu novo carro chefe, que vai carregar o título de flagship da empresa em 2017. Trata-se do LG G6, que vem pra tentar limpar a barra do G5, o aparelho modular que não ficou muito popular.

O LG G6 é um excelente aparelho, com especificações muito boas e parrudas, que fazem com que hoje ele se coloque como um dos principais aparelhos do mundo. O cérebro dele é um Snapdragon 821, 4 GB de ram, sensor de impressões digitais na parte traseira, uma câmera traseira de 13 Megapixels que com certeza é muito boa, já que a LG sempre se posiciona entre as principais câmeras em smartphone todos os anos, uma bateria de 3300 mah, não removível e o grande destaque, na minha modesta opinião, que é a certificação IP68, que garante resistência integral a resíduos sólidos e líquidos, ou seja, água e poeira.

Outro grande destaque do G6 é seu display de 1440 x 2880 na proporção de 18:9 e 5,7", o que torna a tela mais esticada no sentido vertical e da um charme especial pro aparelho, que tem sua frente praticamente toda coberta pela tela, e o deixa com praticamente o mesmo tamanho de um iPhone 7 plus, que possui tela menor.

Ainda não há informações sobre o preço e a disponibilidade do LG G6 no Brasil, nem sua sua versão anunciada será a que chegará em terras tupiniquins, já que a versão do G5 que tivemos por aqui era uma versão SE, fiquem ligados aqui no blog para maiores novidades nesse sentido.